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Stock Car: Shell fica a apenas 0s088 de avançar ao Q3 com Átila Abreu, que tem no Velo Città seu melhor grid no ano

Sorocabano fica em sétimo lugar na classificação, com Ricardo Zonta em 11º; Gaetano di Mauro e Galid Osman buscam prova de recuperação

Átila Abreu Divulgação

A Shell colocou Átila Abreu no top10 do treino de classificação para a etapa do Velo Città da Stock Car. O piloto do carro #51 ficou com o sétimo lugar no grid, a apenas 0s088 de avançar ao Q3, enquanto Ricardo Zonta foi o 11º. Gaetano di Mauro e Galid Osman vão partir para corridas de recuperação neste domingo.

Átila, Zonta e Galid entraram na pista logo no primeiro grupo no Q1, e o paranaense praticamente garantiu sua vaga no Q2 em quarto lugar, com Átila e Galid ficando em 11º e 15º no grupo. Depois, com a entrada do segundo grupo, Zonta se manteve em quarto, e Átila acabou em 12º, com ambos indo ao Q2, enquanto Gaetano ficou em 20º, um posto à frente de Galid.

Ricardo Zonta Divulgação

No Q2, Átila Abreu esteve na briga direta por uma vaga na parte final do treino, mas acabou mesmo em sétimo. Já Ricardo Zonta, num treino muito equilibrado, ficou com um lugar na sexta fila, a 0s234 de avançar à briga pela pole position.

A largada para a primeira corrida deste domingo será às 11h, e a segunda prova, com grid invertido em relação aos dez primeiros da corrida inicial, será iniciada às 12h02. O canal por assinatura SporTV2 transmite ao vivo as duas provas do Velo Città.

Ricardo Zonta Divulgação

Dos pilotos da Shell, Ricardo Zonta é o único elegível para o prêmio do Fan Push, um disparo adicional do botão de ultrapassagem na segunda corrida. A votação segue no site oficial (www.stockcar.com.br) até a largada da rodada dupla.

A Shell é a maior patrocinadora do automobilismo brasileiro. Além de alinhar quatro carros na Stock Car, a marca tem participação em categorias como Stock Light, Porsche Cup, Fórmula 4 e kart.

O que eles disseram:

“Foi um treino que eu não esperava passar para o Q3. Óbvio que passou muito perto, mas estou um pouco no lucro diante do problema que eu enfrentei no Q1. A marcha enroscava, não descia, cruzei a linha de chegada na volta em segunda, limitando, não conseguia mais subir marcha. Tinha dado problema na abertura de volta, ressetei, no último trecho piorou. Então, só de conseguir fazer o Q2 e não ter falhado, e de largar em sétimo é algo bom. Melhor posição de largada no ano, gostaríamos de estar no Q3, até pelo desempenho dos treinos. Outra coisa que pegou bastante foi que o sol apareceu, e a pista estava muito fria de manhã, com garoa. Nosso carro ficou traseiro, tínhamos um problema de frente, trabalhamos para corrigir isso e esquentou, aí o carro ficou traseiro. O tempo abriu bem na hora da classificação, e não podíamos mais mexer no carro. Se tivéssemos deixado o carro do jeito que estava no treino, teríamos passado ao Q3. Faz parte, é igual para todos, obviamente buscamos algo que acabou não funcionando, mas a posição de largada é boa pensando na corrida, em bons pontos, em brigar pelo pódio. Vamos trabalhar para resolver esse problema para a corrida e brigar por mais uma vitória “
Átila Abreu, piloto do carro #51 na Shell V-Power

“O Q1 foi muito bom, ficamos em quarto, a um décimo e meio do primeiro lugar, sabendo que tínhamos potencial. O carro estava muito neutro no Q1, até não arrisquei nada, e o carro aceitou tudo o que fiz. Estava bem otimista para o Q2. É claro que a temperatura subiu dez graus entre o Q1 e o Q2, isso só pode ter interferido na minha performance porque o último trecho foi onde comecei a perder aderência nas rodas traseiras e não consegui fechar a volta para ficar entre os seis primeiros, acabei finalizando em 11º. É uma pena, queríamos muito largar entre os seis primeiros aqui, uma pista difícil de fazer ultrapassagens. Sabemos que a estratégia é muito importante e vamos analisar melhor o que foi esse meu problema. Sei que essa temperatura de dez graus interfere bastante na temperatura dos pneus, na aderência, mas parecia que tinha óleo nos pneus traseiros. Vamos ver se não tem nada quebradinho que está vazando óleo antes de mudar qualquer setup, qualquer balanço do carro para amanhã. “
Ricardo Zonta, piloto do carro #10 na Shell V-Power

“Uma pena, não conseguimos passar o pneu no treino, condição de meio seco e meio chuva, não sabíamos bem. Para o pneu usado estávamos bem, mas para o pneu novo acabou não funcionando. Vamos trabalhar e buscar amanhã alguma estratégia para colher bons pontos.”
Gaetano di Mauro, piloto do carro #11 na Shell Helix Ultra

“Tivemos um problema no meu carro na corrida de Cascavel, e trocamos muitas coisas para chegarmos aqui com o problema resolvido, mas o problema persistiu. Perdemos o primeiro treino inteiro e, como o fim de semana é curto com dois treinos e a classificação, numa categoria disputada como a Stock Car, o prejuízo é imenso. Vamos para a segunda corrida e tentar o maior número possível de pontos”
Galid Osman, piloto do carro #28 na Shell Helix Ultra


Grid de largada:

1º T.Camilo – 1m28s501
2º G.Casagrande – 1m28s510
3º D.Serra – 1m28s592
4º F.Fraga – 1m28s695
5º J.Campos – 1m28s787
6º D.Nunes – 1m28s796
7º Á.Abreu – 1m28s659
8º B.Baptista – 1m28s761
9º C.Bueno – 1m28s763
10º R.Barrichello – 1m28s787
11º R.Zonta – 1m28s805

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

Prezado jornalista: Na etapa do Velo Città neste fim de semana, a Shell Racing divulga apenas imagens amadoras feitas pelos telefones celulares de seus profissionais. A medida é um protesto pela ausência forçada do fotógrafo José Mário Dias na etapa. Profissional premiado e com vasta experiência de cobertura dos principais eventos de automobilismo no planeta, José Mário Dias é o fotógrafo oficial da maior patrocinadora do esporte a motor no Brasil. Ele cumpre suspensão nesta etapa da Stock Car. Com o envio de fotos amadoras, a Shell Racing expressa inconformidade com a punição imposta ao seu prestador de serviço.

Foto destaque Divulgação

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